Petite Amoureuse (...)
Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso. Já acreditei em amores perfeitos, já descobri que eles não existem. Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram. Já menti e me arrependi depois, já falei a verdade e também me arrependi. Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir. Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam. Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse. Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar. Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns, outras vezes falei o que não pensava para magoar outros. Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo feliz. Já cai inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais. Já chamei pessoas próximas de "amigo" e descobri que não eram... Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim. (Clarice Lispector)

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Theme: Lacette. Modificações por mim.

Coitado do tempo, sentadão numa mesa, com um trilhão de problemas pra resolver.

— Tati Bernardi 

Não sorri com os lábios e olhos, moça, se na verdade teu semblante – íntimo – deseja confessar os segredos e chorar as dores de uma vida partida. Não sorri com os lábios e olhos, moça, se teu coração está moído e teus dedos pedem arrego num casulo feito de um par de mãos. Não sorri com os lábios e olhos, moça, se a música acabou quando teu pé deu o primeiro toque no piso e a bebida findou-se um copo antes da tua vez de pôr o ponche. Não sorri com os lábios e olhos, moça, se o mundo inteiro pragueja os raios do sol e o calor dos dias, mas teus pés insistem em continuar gelados, sob as cobertas. Não sorri com os lábios e olhos, moça, ou um dia verão o inverno que há em ti.

Já se perguntou alguma vez o que significa ser amigo de alguém? Até onde você iria para proteger um amigo?

— A Última Música 

Não sou violenta. Não sou maldosa. Sou um resultado.

— A Menina que Roubava Livros 

E tem o seguinte, meus senhores: não vamos enlouquecer, nem nos matar, nem desistir. Pelo contrario: vamos ficar ótimos e incomodar bastante ainda.

— Caio Fernando Abreu.   

Meu tipo preferido de gente é aquele que espirra engraçado, que ri com a mão na barriga, que canta e dança qualquer música. Aquele tipo de gente que tropeça e finge que tá correndo, que sai de pijama na rua, que acorda rindo. Gente que não planeja tudo. Gente que pede licença, que diz “obrigado”, que pede desculpas, que chora assistindo filme. Aquele tipo de gente que é muito sincera, mas sabe quando e como falar, aquele que conversa olhando nos olhos. Aquela gente que diz que te ama, que mexe no cabelo dos outros, que lê as coisas no elevador, que conta piada, que joga conversa fora, que te organiza uma festa surpresa, um almoço ou um jantar surpresa… Aquele tipo de gente que te faz sorrir, que te faz sentir importante, que se importa. Aquele tipo de gente que não tem vergonha de ser feliz. Gente que gosta de gente.


(…) Vai ficar tudo bem, agüente firme.Ela repetira para si mesma, novamente, na esperança de que suas palavras tornarem-se verdade. Cultivara esse hábito, a mania de se agarrar na idéia idiota de que tudo ira ficar bem no final. Sempre escutara as pessoas lhe falarem: “Não se preocupe anjo, acredite em mim, vai dar tudo certo…”. Mas as coisas nunca deram certo, não com ela. Vários pensamentos já rondaram a sua mente. Tentando explicar o porquê as pessoas afastam-se dela com o decorrer do tempo. Sempre achara que havia alguma coisa de errado com sigo, que repelisse todas as pessoas por quem construía algum tipo de vinculo, ou talvez ainda não havia encontrado a pessoa certa. Mas… Será que em algum lugar existiria uma pessoa certa? Uma pessoa certa para ela? Alguém que surgisse em sua vida, e ficasse ao seu lado até o fim. Nunca chegara a uma resposta concreta. Mas como era de seu habito, agarrou-se a idéia de que tudo acabaria bem no final.—Sub-Scrito 

(…) Vai ficar tudo bem, agüente firme.
Ela repetira para si mesma, novamente, na esperança de que suas palavras tornarem-se verdade. Cultivara esse hábito, a mania de se agarrar na idéia idiota de que tudo ira ficar bem no final. Sempre escutara as pessoas lhe falarem: “Não se preocupe anjo, acredite em mim, vai dar tudo certo…”. Mas as coisas nunca deram certo, não com ela. Vários pensamentos já rondaram a sua mente. Tentando explicar o porquê as pessoas afastam-se dela com o decorrer do tempo. Sempre achara que havia alguma coisa de errado com sigo, que repelisse todas as pessoas por quem construía algum tipo de vinculo, ou talvez ainda não havia encontrado a pessoa certa. Mas… Será que em algum lugar existiria uma pessoa certa? Uma pessoa certa para ela? Alguém que surgisse em sua vida, e ficasse ao seu lado até o fim. Nunca chegara a uma resposta concreta. Mas como era de seu habito, agarrou-se a idéia de que tudo acabaria bem no final.—Sub-Scrito 



Não faço amizades por conveniência, não sei rir se não estou achando graça, não atendo o telefone se não estou com vontade de conversar.

— Caio Fernando Abreu. 

Aos poucos você percebe o que vale a pena, o que se deve guardar pro resto da vida, e o que nunca deveria ter entrado nela.

— Tati Bernardi  

Eu sou antipática mesmo, o mundo tá cheio de gente brega e limitada e é um direito meu não querer olhar na cara delas.

— Tati Bernardi 

Continue andando. Enfrente seus problemas de cara. Reaja. Vai. Tá pensando que é só você que sofre? Tá enganada. Anda menina. Para de ser infantil. Seja forte. Seja feliz. Seja uma mulher!

— Caio Fernando Abreu 

O que passou, passou. Agora que venha um ano novo, com tudo novo e melhor.

— Larissa R.